
Eu sou Natalie Volturi. Você sabe quem são os Volturi, para começar?
Se souber, entendo que não me conheça. Se não, bom, não me conhece mesmo, não é?
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Vou começar explicando quem são os Volturi:
Eles são uma família muito antiga, os Volturi são o mais proximo de uma família real que os vampiros tem, eles fazem as leis e pudem quem não as respeitam. A família Volturi tem 5 membros, Aro e Sulpicia, Caius e Athenodora, e Marcus. É claro que 5 vampiros não oferecem muito perigo... o problema é sua guarda, nós somos o problema, por que eu faço parte da guarda dos Volturi. Bom os mais conhecidos entre nós são Jane, Alec, Felix, Demetri, Heidi, Santiago, Renata, Chelsea e Afton. Os mais importantes são Renata, Jane, Alec, Demetri e Chelsea. A família Volturi, meus mestres, governam os vampiros por cerca de 1500 anos. Antes dos meus mestres, haviam os Romenos. Nunca gostei deles. Dois deles ainda vivem, Stefan e Vladimir, os outros morreram.
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Agora minha história:
Eu morava em um chalé na floresta, um dia eu e meu irmão Max estávamos brincando de esconde-esconde, eu estava contando, enquanto ele se escondia (eu nunca gostara de brincar,mas era por ele). Tinha um espaço enorme para brincarmos, eu contava em casa e ele se metia na floresta para se esconder, ele ia bem longe. Não havia ninguém em casa. Minha mãe morrera cedo e meu pai fora à cidade. Eu não cheguei a terminar de contar (até 100), estava mais ou menos no 40 quando ele apareceu. Era muito pálido e tinha olhos vermelhos, mas me pareceu incrivelmente gentil.
- Bela voz - Ele disse, e pegou minhas mãos.
Eu achei que ele era meio estranho, ele tinha uma bela voz, não eu. Parecia estar cantando quando apenas falava. Ele largou minhas mãos e segurou meu rosto, sorrindo.
- Não vou machucar você.
Eu não estava com medo, mas fiquei ao ouvir aquelas palavras. E então ele me mordeu, uma das mãos tapando minha boca, eu tentei gritar, principalmente quando meu corpo começou a queimar. Ele tampava minha boca, não emiti nenhum som.
Quando acordei, estava em um lugar completamente diferente, uma sala vazia, excepto por mim e aquele homem. Tudo estava muito diferente. Eu podia ver cada detalhe da poeira que descia em espiral pelo fecho de luz.
- Natalie, não é esse seu nome? - ele perguntou.
Eu assenti, mas não falei nada. Simplesmente fiquei lá olhando para ele.
- Não se preocupe, as coisas mudaram, não é? Não precisa se preocupar. Meu nome é Aro, Aro Volturi. E você agora é uma Volturi também.
Eu o olhei confusa. Então falei:
- Max... - murmurei.
No momento que falei, minha garganta queimou. Senti uma sede terrível. Ele colocou um dedo sobre meus lábios, fechando-os.
- Ele esta bem, Natalie. Talvez ele possa ser como nós somos. Um dia, talvez. Evite falar, vai ser melhor para você. Vou te explicar tudo - ele explicou apenas o que aconteceu, não me disse o que eu era, sou. - Deve estar com sede. Vou ver se nossa comida já chegou. Só vou até a porta, espere aqui, e continue sem respirar, faça exactamente o que está fazendo agora.
Ele andou até a porta e a abriu. Eu o ouvi perguntando algo a uma pessoa. A resposta claramente foi que sim. ele fechou a porta e voltou até onde eu estava. Ele sorriu.
- Você não vai fazer o que normalmente faria, Natalie. Não se assuste com você mesma, é apenas a nossa natureza. Mostre-nos nossos convidados, Renata.
Uma mulher abriu a porta e deixou umas 10 pessoas entrarem, as pessoas sorriam impressionadas com o lugar. A mulher - que devia ser Renata sorrio e fechou a porta depois que todos entraram.
- Pode respirar agora - Aro disse sorrindo.
Eu respirei. No momento em que fiz isso, eu cheiro delicioso tomou conta de mim. Meus olhos brilharam. Atrás de mim, Aro sorria. Eu não aguentei, ataquei a pessoa mais perto de mim. Aro pegou uma mulher que estava perto dele, e Renata devia ter atacado alguém também, mas ela estava fora do meu campo de visão. Apenas quando senti o gosto do sangue da pessoa que ataquei percebi o que eu era. Mas segui o conselho de Aro e apenas continuei bebendo o sangue desse humano, e depois de outros, acho. Foi simples, e bom. Como Aro dissera, fazia parte da minha natureza.
Quando eu terminei, Aro apenas sorriu e me contou uma coisa, meu talento: posso convencer as pessoas a fazerem o que eu quero cantando. É estranho, eu sei, a parte do cantando...
Max não foi transformado em um de nós, por que ele não estava lá quando fomos procura-lo, apenas meu pai, sosinho. Eu não me importei com ele. Imagino que tenha sido por que Chelsea "deletou" todo meu amor por ele. Gosto de usar esta palavra, de qualquer modo.
Muito legal, sua história, Natalie.
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